sábado, 20 de março de 2010

O LUTERANISMO


Em 1517, Martinho Lutero monge agostiniano alemão, rompeu com a igreja católica. O motivo foi a publicação de 95 teses que condenavam energicamente a venda de indulgencias.
O papa Leão X indignado com tamanha audácia excomungou-o. O resultado foi o apoio dos príncipes alemães a Lutero, que se refugiou juntos a eles.
Nascia uma religião preocupada com a livre interpretação da Bíblia, único livro sagrado que devia der acessível a todos, por isso sua tradução para o alemão.
Para Lutero só a fé seria capaz de levar alguém ara a salvação de sua alma. E algumas proibições na sua religião foram:

• O culto dos santos e a Virgem Maria foram abolidos.
• O reconhecimento de apenas sacramentos: o batismo e a eucaristia. Na eucaristia, Lutero negava a transubstanciação (mudança do pão e do vinho em carne e sangue de Cristo), que foi substituída pela consubstanciação (presença de Jesus no pão e no vinho).
Em 1524 eclodiu uma revolução de camponeses que exigia a participação e redução das obrigações feudais.
E Lutero apoiou os principais e nobres em um panfleto “Contra as hordas ladras e assassinos dos Camponeses” ele dizia.
(...) A revolta inunda um país de crimes e de sangue, produz viúvas, órgãos e destrói tudo com a mais terrível das calamidades. Por isso aquele a quem seja possível deve abater, estrangular, matar a pauladas em publico ou privado como se tem que matar a pauladas um cão raivoso.

Equipe: Eliana, Elenide, Érica, Fabíola, Mariele, Ricardo e Anele.

ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO 2º ANO "B"

13 comentários:

professora disse...

quero parabeniza-los oeo brilhantismo nos trabalhos apresentados. Aproveitem esse mecanismo e bons estudos
professora Angela

professora disse...

LEIAM ....E REFLITAM....

Absolutismo é uma teoria política que defende que uma pessoa (em geral, um monarca) deve obter um poder absoluto, isto é, independente de outro órgão, seja ele judicial, legislativo, religioso ou eleitoral.
Em Portugal, o absolutismo passou por várias fases do desenvolvimento num sentido crescente do aumento de autoridade e concentração do poder nas mãos dos reis, atingindo o seu auge no reinado de João V.
Contudo, não se pode determinar com muita precisão o período em que a monarquia portuguesa já se encontra estruturada em bases absolutistas. Essa questão é difícil de datar porque as raízes do poder monárquico foram se desenvolvendo aos poucos, em várias estruturas e crescendo ao longo de três séculos.
Outrora, devemos entender o regime absolutista português como um processo de longa duração, e ao decorrer de toda a Época Moderna, colheu frutos do prestígio que tinha em seu território.

REFLEXÃO
"Qual é a contribuição do Brasil para a consolidação do regime absolutista portugues?

PROFESSORA disse...

LEIAM É SOBRE O ASSUNTO
MUITO INTERESANTE...
Em 22 de junho de 1527, morre Nicolau Maquiavel. O escritor florentino, autor do livro O Príncipe, afirmava que o rei deveria ter a astúcia da raposa e a coragem do leão e ser dissimulado, se a segurança do Estado exigisse. O soberano precisava eliminar toda ameaça, preferindo ser temido do que amado.
Nicolau Maquiavel, um dos mais conhecidos filósofos políticos de todos os tempos, se tornou famoso por defender a visão de que um governante, se necessário, deveria ser cruel e fraudulento para obter e manter o poder. Seus críticos o denunciam como um homem que foi desprovido de moralidade, porém, seus admiradores afirmam que ele foi um dos únicos realistas que verdadeiramente entendiam o mundo político e que teve a coragem de descrevê-lo como ele realmente é. Em todo caso, séculos após terem sido publicados, os trabalhos de Maquiavel continuam sendo lidos e analisados por estudantes de filosofia, história e política.
Maquiavel nasceu em Florença, na Itália, no ano de 1469. Seu pai era advogado e membro de uma proeminente família italiana. Na época, no ápice do Renascimento, a Itália estava dividida em pequenos principados, enquanto outros países como Espanha, Inglaterra e França eram nações unificadas. Não surpreende que naquele momento a Itália estivesse politicamente e militarmente fraca, apesar de seus grandes alcances culturais.
Durante a juventude de Maquiavel, Florença era governada pelo famoso Lorenzo Medici, o Magnífico. Em 1492, Medici morreu e sua família foi expulsa de Florença, que se tornou uma república em 1498. Aos 29 anos de idade, Maquiavel conquistou um alto cargo na administração civil da república. Ao longo dos quatorze anos seguintes, ele participou de diversas missões diplomáticas, tendo viajado pela França, Alemanha e pelo interior da Itália.
Em 1502, Maquiavel se casou com Marieta Corsini, com quem teve quatro filhos e duas filhas. Em 1510, inspirado por sua leitura sobre a história romana, organizou uma milícia civil da República de Florença. Todavia, em agosto de 1512, um exército espanhol entrou na Toscana e saqueou Prato. Aterrorizados, os florentinos depuseram seu governante, Pier Soderini, a quem Maquiavel havia caracterizado como “bom, porém fraco”, e permitiram a volta da família Medici ao poder.
Em 7 de novembro do mesmo ano, pouco após os Medici assumirem novamente o poder, Maquiavel foi demitido de seu cargo, e no ano seguinte, foi preso por ter supostamente colaborado contra a família Medici. Ele foi torturado, mas ainda assim insistiu ser inocente. Foi libertado naquele mesmo ano, e a partir de então, se isolou, vivendo em uma pequena propriedade em San Casciano, próximo a Florença. Sem perspectivas de conseguir uma nomeação para o novo governo, Maquiavel se dedicou a escrever livros.
Durante os 14 anos seguintes, Maquiavel escreveu diversos livros. Sua obra mais famosa foi “O Príncipe” (1513). Também escreveu “A Arte da Guerra” e “História de Florença”. Mas seu mais brilhante e conhecido trabalho é, sem dúvida, “O Príncipe”.

professora disse...

LEIAM E REFLITAM É SOBRE O ASSUNTO ABSOLUTISMO MUITO LEGAL...
Em 22 de junho de 1527, morre Nicolau Maquiavel. O escritor florentino, autor do livro O Príncipe, afirmava que o rei deveria ter A ASTUCIA DA RAPOSA E A CORAGEM DO LEÃO E SER DISSIMULADO, SE A SEGURANÇÃO DO ESTADO EXIGISSE. O SOBERANO PRECISA TODA A AMEAÇA, PREFERINDO SER TEMIDO DO QUE AMADO.
NICOLAU MAQUIAVEL, UM DOS MAIS CONHECIDOS FILÓSOFOS POLÍTICOS DE TODOS OS TEMPOS, SE TORNOU FAMOSO POR DEFENDER A VISÃO DE QUE UM GOVERNANTE, SE NECESSÁRIO, DEVERIA SER CRUEL E FRAUDULENTO PARA OBTER E MANTER O PODER. SEUS CRÍTICOS O DENUNCIAM COMO UM HOMEM QUE FOI DESPROVIDO DE MORALIDADE, PORÉM, SEUS ADMIRADORES AFIRMAM QUE ELE FOI UM DOS ÚNICOS REALISTAS QUE VERDADEIRAMENTE ENTENDIAM O MUNDO POLÍTICO E QUE TEVE A CORAGEM DE DESCREVÊ-LO COMO ELE REALMENTE É. Em todo caso, séculos após terem sido publicados, os trabalhos de Maquiavel continuam sendo lidos e analisados por estudantes de filosofia, história e política.
Maquiavel nasceu em Florença, na Itália, no ano de 1469. Seu pai era advogado e membro de uma proeminente família italiana. Na época, no ápice do Renascimento, a Itália estava dividida em pequenos principados, enquanto outros países como Espanha, Inglaterra e França eram nações unificadas. Não surpreende que naquele momento a Itália estivesse politicamente e militarmente fraca, apesar de seus grandes alcances culturais.
Durante a juventude de Maquiavel, Florença era governada pelo famoso Lorenzo Medici, o Magnífico. Em 1492, Medici morreu e sua família foi expulsa de Florença, que se tornou uma república em 1498. Aos 29 anos de idade, Maquiavel conquistou um alto cargo na administração civil da república. Ao longo dos quatorze anos seguintes, ele participou de diversas missões diplomáticas, tendo viajado pela França, Alemanha e pelo interior da Itália.
Em 1502, Maquiavel se casou com Marieta Corsini, com quem teve quatro filhos e duas filhas. Em 1510, inspirado por sua leitura sobre a história romana, organizou uma milícia civil da República de Florença. Todavia, em agosto de 1512, um exército espanhol entrou na Toscana e saqueou Prato. Aterrorizados, os florentinos depuseram seu governante, Pier Soderini, a quem Maquiavel havia caracterizado como “bom, porém fraco”, e permitiram a volta da família Medici ao poder.
Em 7 de novembro do mesmo ano, pouco após os Medici assumirem novamente o poder, Maquiavel foi demitido de seu cargo, e no ano seguinte, foi preso por ter supostamente colaborado contra a família Medici. Ele foi torturado, mas ainda assim insistiu ser inocente. Foi libertado naquele mesmo ano, e a partir de então, se isolou, vivendo em uma pequena propriedade em San Casciano, próximo a Florença. Sem perspectivas de conseguir uma nomeação para o novo governo, Maquiavel se dedicou a escrever livros.
Durante os 14 anos seguintes, Maquiavel escreveu diversos livros. Sua obra mais famosa foi “O Príncipe” (1513). Também escreveu “A Arte da Guerra” e “História de Florença”. Mas seu mais brilhante e conhecido trabalho é, sem dúvida, “O Príncipe”.

professora disse...

caros alunos as reflexãoes terão o praso de 7 dias para responde-las.bom trabalho.
a nossa 1ª reflexão é sobre:
Qual é a contribuição do Brasil para a consolidação do regime absolutista portugues?

Amara disse...

Resposta da primeira reflexão:

A contribuiçao do Brasil para a consolidaçao do regime absolutista português, foi na esfera econômica, a agromercantil-escravista.Desta forma, a articulação do estado português com a colônia brasileira foi marcada por valores próprios do Antigo Regime, pautado no arcaísmo metropolitano, que concebeu na colônia uma elite mercantil formadora de uma sociedade fundamentada no trabalho escravo e no comércio colonial primário-exportador.Esse resultado da colonização lusa, alicençou um processo de domínio político e exploração comercial, aliado ao escravismo e ao ideário missionário cristão, gerando assim uma sociedade desigual organizada em senhores e escravos.

Equipe:Amara,Monique,Gabriel,Vanete,Vanilde e Janaine.

2º ano "A"

Unknown disse...

O Brasil contribuiu para a consolidação do regime absolutista Português, pois o rei de Portugal, João V, para acumular riquezas contava com o Brasil. Daqui eram retirados primeiramente o Pau-Brasil, depois a Cana-de-açucar, e depois o ouro. Porém houve uma época em que Portugal passou a ter dívidas com a Inglaterra, e utilizava essas riquezas que haviam sido retiradas do Brasil para cobrir essas dívidas...

Equipe: Andressa, Danilo, Elaine, Keila, Laísa, Maiara, e Marleide

Unknown disse...

O Brasil era um pais rico,Portugal encontrou no Brasil grandes riquezas,enquanto procurava ouro,Portugal investiu em PAU-BRASIL,CANA-DE-AÇUCAR e depois o ouro que pagava as dividas de Portugal.
EQUIPE:JONATHAN,JACIARA,CAROLINE,MARCIA,NUBIA,AURILEY

Tiago Jr. disse...

O Brasil contribuiu para a consolidação do regime absolutista Português, pois o rei de Portugal, João V, para acumular riquezas contava com o Brasil. Daqui eram retirados primeiramente o Pau-Brasil, depois a Cana-de-açucar, e depois o ouro. Porém houve uma época em que Portugal passou a ter dívidas com a Inglaterra, e utilizava essas riquezas que haviam sido retiradas do Brasil para cobrir essas dívidas

Unknown disse...

A Dinastia de Borgonha (1139-1383)foi a primeira dinastia do reino de Portugal.
Foi durante o reinado desta primeira dinastia,fundada por Afonso Henrique,que se configuraram plenamente as características do feudalismo português.
A economia de Portugal era essencialmente agrária (azeite,vinho e cereais)No interior agricultura e artesanato e a um incipiente comercial.
A dinastia de Borgonha ,não se mostrou capaz de acompanhar as transformações sociais e econômicas ocorridas em Portugal.Essa dinastia indispôs-se com a classe dos mercados,que crescera bastante nesse período,e acabou sendo substituída pela dinastia Aves.
Em fins do século XIV,Portugal até em tão predominante agrária,passou a desenvolver uma economia mais voltada para a navegação e o comercio.
Já em 1640 foi reinado a quarta Dinastia de Reis Portugueses,a Dinastia de Bragança ou (Brigantina),também conhecida como Sérenissima casa de Bragança que foi elevada a coroa através de D.João II de Bragança,que torna-se rei com o nome de D.João IV depois da restauração da Independência.
A monarquia portuguesa,que existia desde 1143,caiu em 1910,e veio a substituir-se por uma republica, portanto confinam arbitrariamente ao papel dos últimos 9 reis da cãs de Bragança,quer fosse culpados,quer vitimas da desgraça,a parti do ano de 1810,já se evidenciava um desequilíbrio monárquico originado nas guerras Penisulares de Napoleão.Nos 100 anos seguintes que abraçavam o liberalismo do século XIX,a adaptação dos soberanos portugueses desde o REI ABSOLUTO até ao REI CONSTITUCIONAL foi difícil ,prolongada,e afinal, fatal a tradição monárquica.Onde quer que se originasse a culpa,da herança degenerante ou estrangeira, da limitada sabedoria política,os soberanos bragantinos tinham de responsabilizar-se substancialmente pela decadência que antecedia a queda da monarquia portuguesa.
A Dinastia de Bragança foi também a dinastia que reinou no Império do Brasil entre 1822e1889.
Com o casamento de D.Isabel Leopoldina (a herdeira de Dom Pedro II, o ultimo imperador do Brasil ) com o príncipe Gastão de Orléans,em 1864,a casa Imperial associa-se a casa de Orleans,inicialmente o atual ramo dinástico do Brasil.
Com a proclamação da Republica Brasileira,o núcleo da família imperial seguiu para o eciliu na França, e depois de alguns anos, foram autorizados a regressarem ao Brasil.


EQ:Jonathan,Caroline,Jaciara,Núbia e Márcia.

Unknown disse...

As dinastias eram famílias da nobreza que além da tradição, tinham também muitas riquezas e prestigio na sociedade, fatores que na época eram essenciais para o poder monárquico. Como numa Dinastia o poder é transmitido de forma hereditária (de pai para filho), uma mesma família permanece, muitas vezes, durante séculos no trono de uma nação.

Uma das dinastia que mais se destacou foi a Dinastia de Tudor (1485 - 1603) figura como a mais brilhante da história da realeza dos britânicos. Composta de seis soberanos consecutivos, pelo menos três deles estão entre as figuras mais famosas em história monárquica da Inglaterra e da Grã-Bretanha. Os reis dessa dinastia foram:
* Henrique VII, Conde de Pembroke (1457 - 1509), Rei da Inglaterra (1485-1509)
* Henrique VIII (1491 - 1547), Rei da Inglaterra (1509-1547)
* Eduardo VI (1537 - 1553), Rei da Inglaterra (1547-1553)
* Joana I Grey, Lady Dudley (1537 - 1554), Rainha da Inglaterra (1553-1553 (deposta e executada)
* María I, a Sanguinária (1516 - 1558), Rainha da Inglaterra (1553-1558)
* Elizabeth I, a Rainha Virgem (1533 - 1603), Rainha da Inglaterra (1558-1603).
Houve também a Dinastia de Bragança (ou Brigantina), também conhecida como Sereníssima Casa de Bragança, foi a Quarta Dinastia de Reis Portugueses, que reinou em Portugal entre 1640 e 1910, tendo sido também a soberana, por trezentos anos, do Império Ultramarino de Portugal. Deve o seu nome ao fato de os seus membros deterem, como título nobiliárquico principal, o de Duques de Bragança. Foi também a dinastia que reinou no Império do Brasil entre 1822 e 1889. A partir do reinado de D. João VI e das lutas entre liberais e absolutistas que seguiram, a Casa de Bragança ficou dividida em três ramos: Ramo de Bragança-Saxe-Coburgo e Gota, Ramo Miguelista, Ramo Brasileiro (depois chamado de Família Imperial Brasileira).
Outra dinastia importante foi a Dinastia dos Stuarts, que foram os primeiros reis do Reino Unido. Rei o James I de Inglaterra que começou o período quando também já reinava na Escócia como James VI, e juntou pela primeira vez os dois tronos em uma só monarquia. A Dinastia dos Stuart reinou na Inglaterra e Escócia por 111 anos, cobrindo praticamente o século XVII, um período extremamente agitado politicamente, de muita instabilidade civil interna, de pestilências e guerras. Apesar de uma certa evolução cultural, foi uma idade de intenso debate religioso e políticas radicais que mergulhou a nação em uma sangrenta guerra civil (1642-1649) que interrompeu este período monástico por mais de uma década (1649-1660), entre a Coroa e o Parlamento, os Cavaleiros e os Roundheads, resultando na vitória dos parlamentares de Oliver Cromwell (1599-1658) e a execução dramática do Rei Carlos I (1649) e a instalação de um pioneiro regime republicano, a Commonwealth, e o herdeiro do trono Carlos II exilado
Equipe: Laísa, Elaine, Andressa, Maiara, Keila, Marleide e Danilo

Tiago Jr... disse...

Dinastias: Tang, Yuan e Ming

A dinastia Tang foi uma dinastia chinesa fundada pelo oficial Sui Li Yuan.
Yang chien, fundador da dinastia Sui, aplicou uma profunda reforma institucional inspirada em Confúcio que complicou no código Kaihuang. Fundou bibliotecas e universidades para o funcionalismo, centralizou a administração e simplificou a estrutura local para homogeneizar o serviço civil e facilitar o controle do governo imperial e estabeleceu seu poder sobre a china com a ajuda das tropas comandadas por seu filho.
Taizong, ou Tai Tsung, que mais tarde tornaria o segundo imperador Tang.

A dinastia Yuan da China fundada por Kublai Khan neto de Genghis Khan.
A conquista da china veio a se intensificar ainda mais no reinados de Mongke Khan e Kubali Khan, principalmente no do ultimo durante o reinado de Mongke, ao mesmo em que Hulagu comandava os exércitos mongóis no oriente médio e Berke promovia um segundo ataquei a polônia, Kublai Khan prosseguia com a conquista da china. Após a morte de seu irmão derrotou Arik Boke também seu irmão em uma disputa de poder e se tornou o grande Khan do império Mongol. Uma das suas principais atitudes foi transferir a capital de Karakorum para Beijing. A conquista da china foi então concluída. Kublai então fundou uma dinastia ao estilo chinês transformando-o em uma entidade politicamente distinta do resto do grande império Mongol que se espalhara pela Ásia durante o século Xlll. Em 1274 promoveu um ataque contra o por causa da tempestade marítima o ataque fracassou. Um segundo em 1281 também fracassou pela mesma, Klubae pretendia atacar novamente em 1286 mais devido a falta de recursos não foi possível mesmo 6 anos mais tarde.

A dinastia Ming foi a dinastia que governou a china de 1368 a 1644 depois da queda da dinastia Mongol dos Yuan acabando com o período de caos iniciado por Sima Yan em 1263. A dinastia Ming foi a ultima dinastia na China comandada pelos Hans (o principal grupo étnico da China) antes da rebelião comandada por Li Zicheng e logo depois substituída pela dinastia Manchu dos Qing.O estado comandado pelos Ming construiu uma vasta marinha e um exercito permanente de um milhão de soldados. Embora tinha existido comercio marítimo privado e missões tributarias oficiais nas dinastias anteriores a frota tributaria do almirante eomuco mulçumano Zheng He no século XV superou todas as outras em tamanho absoluto. Durante este período havias um enorme número de projetos de construções incluindo a restauração do grande canal e de muralha de China e também a criação de cidade proibida em Pequim durante o primeiro quarto do século XV.

EQUIPE: Tiago, Tatiane, Caique, Daiane, Marilene e Cassio

Amara disse...

Sabe-se que na dinastia é a sucessão de reis ou imperadores que pertencem a uma mesma família. A fim de conhecer um pouco mais sobre as dinastias existentes na nossa metrópole (Portugal), época e consequentemente da colônia (Brasil), resolvemos pesquisar sobre as seguintes: DINASTIA DE BRAGANÇA, DINASTIA DE BORGONHA e a DINASTIA DE ORLÉANS e BRAGANÇA.
Dinastia de Bragança (ou Brigantina), também conhecida como Sereníssima Casa de Bragança, foi a 4ª dinastia de reis portugueses, que reinou em Portugal entre 1640 e 1910, tendo sido também a soberana, por trezentos anos, do Império Ultramarino de Portugal. Deve o seu nome ao fato de seus membros deterem, com o titulo nobiliárquico principal, o de Duque Bragança.
Dinastia de BORGONHA (1139-1383) foi durante o reinado desta primeira dinastia, fundada por Afonso Henrique que se configuravam plenamente as características do feudalismo português. Essa dinastia, não se mostrou capaz de acompanhar as transformações sociais e econômicas ocorridas em Portugal.
Dinastia de ORLÉANS E BRAGANÇA se deu após o casamento da princesa Isabel Leopoldina de Bragança, filha do imperador do Brasil D. Pedro II, com o príncipe Gastão de Orleans, conde d’ Eu, membro da casa de Orleans. Os descendentes desse casamento são os que compõem o atual ramo dinástico do Brasil e, portanto, a titularidade de todos os supostos títulos imperiais brasileiros, detendo apenas estes o sobrenome Orléans e Bragança.
Comparando as três dinastias, pode se dizer que estas ocorreram da união, ou seja, do casamento entre nobres, pertencentes à alta realeza, geralmente entre os filhos dos reis, durando muito tempo no poder e que tanto Portugal como o Brasil possuíam economia tipicamente agrária. Além de sofrerem algumas Revoluções mais tarde impulsionaria a sua perda de “poder”.