terça-feira, 23 de março de 2010

A Reforma das Religiões

A reforma luterana foi promovida por Lutero, fundador da primeira igreja protestante. Lutero discordava das diretrizes da igreja católica, como a venda de indulgencias, de relíquias, corrupção no clero, a compra de cargos etc.
Lutero não queria cria uma nova religião queria apenas mudar a igreja católica. Os comerciantes uniram a Lutero, pois a igreja condenava o comercio e o lucro sem quere Lutero formou uma religião como o Anglicanismo. Ele concordava com o Santo Agustiliano somente a fé salvava. Na Igreja Luterana não havia santos e foi ele que traduziu a bíblia do latim para a língua deles.
Lutero não acreditava na figura de Maria e um dos erros de Lutero foi chamar os camponeses de demônios por saquear a igreja católica.
O Anglicanismo foi fundado na Inglaterra pelo rei Henrique ele era casado com uma mulher exterio e precisava de um herdeiro. O papa não permitindo o divórcio fez com que Henrique funda se uma igreja chamada de Anglicanismo e casasse outra vez, resolveu mandar o papa em borá, tornando se a autoridade máxima, podendo divorciar se e casar se novamente.

Equipe: Pedro Henrique, Gleide, Rosimar, Edinilza, Ricardo, Marilene, Marluce, Samuel.

“ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO SEGUNDO ANO “B””

A Revolta Luterana

Martinho Lutero em 1517 rompeu-se com a igreja católica, o motivo foi a população de 95 teses que condenava energeticamente a venda de indulgências. O Papa Leão x indignado com a tamanha audácia excomungou-o, o resultado foi o apoio dos príncipes alemães a Lutero que se refugiou junto a eles. Nascia uma religião preocupada com a livre interpretação da Bíblia, único livro sagrado que devia ser acessivo a todos, por isso ele a traduziu para Alemão. Para Lutero só a fé seria capaz de levara alguém para a salvação da sua alma.
João Calvino ouviu falar muito da igreja Luterana, e ele queria conhecer Lutero, acabaram se conhecendo e João Calvino fundou a igreja Calvinista na Suíça, e o motivo de fundar a nova igreja era para acabar com o poder da igreja católica, e fortalecer a Burguesia na Suíça e exercer o comércio sem ser pecado.
Na Inglaterra morava o rei Henrique VIII, ele era casado com a sua cunhada, teve uma filha, mas ela não poderia assumir seu trono, por isso ele queria se separar. Ele pediu para o Papa a separação, mas o Papa disse que o divorcio não é aceito na igreja católica. A Inglaterra separou-se da igreja Católica, Henrique VIII fundou uma nova igreja Anglicana e ficou sendo o rei e o Papa da sua própria igreja.

Equipe: Aneli, Eliana, Elenide, Edilza, Érica, Nicelma, Rosana e Patrícia.

“ESTE TEXTO FOI POSTADO PELO OS ALUNOS DO 2º ANO “B””

ORIGEM DA IGREJA CATÓLICA

A origem do catolicismo foi em razão do desvio doutrinário das igrejas primitivas. Após a morte de Cristo, fundador da Igreja, seus discípulos ficaram vulneráveis aos ataques dos adversários. Estevão foi morto apedrejado pela multidão enfurecida, Atos 7:57-60. Mais tarde o apóstolo Tiago foi morto à espada pelo rei Herodes, Atos 12:1-2. Por incrível que pareça, as perseguições dos inimigos colaboraram para surgimento de outras igrejas. O livro de Atos diz “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra” (Atos 8:4).
Devido a perseguição os discípulos fugiram de Jerusalém e por onde passavam o Evangelho era anunciado. Filipe, que era um dos fugitivos, pregou na cidade de Samaria e também ao eunuco, homem importante da Rainha da Etiópia. É bem possível que o eunuco tenha levado o Evangelho ao país da Etiópia.
Porém, as perseguições não se restringiram somente aos ataques físicos. Satanás é um inimigo muito inteligente e sutil. Deus criou Lúcifer e não o Diabo. Lúcifer (portador da Luz) se transformou no Diabo porque queria ser semelhante ao Criador, Ezequiel 28:15-17. Quando Satanás percebeu que matar os cristãos não estava surtindo efeito, então resolveu mudar de tática. O Diabo resolveu solapar a fé dos crentes introduzindo idéias estranhas ao Evangelho de Cristo. Ainda nos dias dos apóstolos alguns crentes começaram a acreditar que a fé em Cristo não era suficiente para a salvação da alma. As obras foram acrescentadas à fé para alcançar a graça de Deus.
No Livro de Atos podemos confirmar este fato: “ENTÃO alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos” (Atos 15:1). Alguns falsos pregadores entraram sorrateiramente nas igrejas da Galácia e ensinaram que era necessário guardar os preceitos da lei, transtornando assim o verdadeiro Evangelho de Cristo, Gálatas 1:7.
Paulo admoestou aos irmãos gálatas que qualquer outro evangelho diferente que ele tinha anunciado deveria ser considerado anátema (maldito), Gálatas 1:8. Paulo não cedeu nenhum momento aos falsos ensinadores, e procurou reconduzir os irmãos gálatas à fé verdadeira, Gálatas 2:5; 3:10-11.
Depois que os apóstolos morreram as igrejas continuaram sendo atacadas doutrinariamente. tJoão, o último dos apóstolos a morrer, foi escolhido por Cristo para escrever às sete igrejas da Ásia. Capítulos dois e três de Apocalipse mostram claramente os problemas que cada uma das sete igrejas tinham. As igrejas foram contagiadas pelo vírus maligno do inimigo.
Um outro erro que penetrou nas igrejas foi a de alguns homens que se diziam cristãos, assenhorearem da herança de Deus. O apóstolo Pedro já havia advertido a respeito disso: “Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; Nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho” (I Pedro 5:1-2). Diótrefes, ainda no tempo do apóstolo João, queria dominar a qualquer custo uma igreja local. “Tenho escrito à igreja; mas Diótrefes, que procura ter entre eles o primado, não nos recebe" (III João 9).
Depois dos erros citados acima seguiu-se outro que tem sido uma das marcas da Igreja Católica Romana e de outras que dela saíram. “A Regeneração Batismal”. A idéia de que o batismo poderia ajudar na salvação da alma começou ainda no final no 2º século. Neste século muitas igrejas já haviam desviadas dos ensinamentos de Cristo e dos apóstolos. Muitas igrejas questionavam que se a Bíblia fala tanto do batismo, então ele tem um valor que pode ajudar na remissão da alma.
No início do ano 313 A.D., o cristianismo tinha alcançado uma poderosa vitória sobre o paganismo. Um novo imperador veio ocupar o trono do Império Romano. Ele evidentemente reconheceu algo do misterioso poder dessa religião que continuava a crescer, não obstante a intensidade da perseguição. A História diz que este Imperador que não era outro senão Constantino, teve uma maravilhosa e real visão. Divisou no céu uma CRUZ de brilhante luz vermelha na qual estavam escritas a fogo as seguintes palavras: "Com este sinal vencerás". Constantino interpretou isto como uma ordem para que se tornasse cristão. Entendeu ainda que abandonando o paganismo e uniu do o poder temporal do Império Romano ao poder espiritual do Cristianismo o mundo seria facilmente conquistado. Deste modo, a religião cristã se tornaria uma religião universal e o Império Romano o Império de todo o mundo. Assim sob a liderança do Constantino veio um descanso, um galanteio e uma proposta de casamento. O Império Romano por intermédio de seu imperador pediu em casamento o cristianismo. Para tornar efetiva e consumada esta profunda união, um concílio foi convocado. Em 313 A. D. foi feita uma convocação para que fossem enviados, juntamente, representantes de todas as igrejas cristãs. Muitas, mas nem todas, vieram. A aliança estava consumada. Uma hierarquia foi formada. Na organização desta hierarquia Cristo foi destronado como cabeça da igreja e Constantino foi entronizado (ainda que temporariamente, já se vê) como cabeça da igreja.
A hierarquia estava definitivamente começando a desenvolver-se no que conhecemos hoje como Igreja Católica ou Universal. Pode-se dizer que isso tinha começado, se bem que, indefinidamente, já no fim do 2o século ou no início do 3o quando as novas idéias com referência aos bispos e ao governo da Igreja começaram a se formar. Deve ser também claramente lembrado que, quando Constantino fez a convocação para o citado Concílio houve muitos cristãos (batistas) que deixaram de responder à mesma. Eles não aprovavam o casamento da religião com o estado, nem a centralizarão do governo religioso, nem a criação de um tribunal religioso mais elevado, de qualquer espécie que não fosse a Igreja local. Estes cristãos (batistas) bem como suas igrejas deste tempo ou mais tarde não aceitaram a hierarquia denominacional católica.
Quando esta hierarquia foi criada, Constantino, que tinha sido feito o seu cabeça, não era ainda cristão. Ele tinha decidido tornar-se, mas como as igrejas que o acompanharam na fundação desta organização hierárquica, tinham adotado o erro da regenerarão batismal, uma série questão se levantou na mente de Constantino: "Se eu sou salvo dos meus pecados pelo batismo, como escapar os meus pecados posteriores ao batismo?" Constantino levantou assim. Uma questão que iria perturbar o mundo em todas as gerações seguintes. Pode o batismo lavar de antemão os pecados não cometidos? (ou sãs) os pecados cometidos antes do batismo lavados por um processo (isto é, pelo batismo) e os cometidos depois do batismo, por um outro processo?
Não tendo sido possível resolver satisfatoriamente a muitas questões assim levantadas,
Constantino resolveu finalmente unir-se aos cristãos, mas adiando o seu batismo para mais perto de sua morte, porque assim todos os seus pecados poderiam ser lavados de uma só vez. Este propósito ele seguiu e não havia sido ainda batizado até pouco antes de sua morte. <>Abandonando a religião pagã e aderindo ao Cristianismo, Constantino incorreu em séria reprovação por parte do Senado Romano. Eles repudiaram ou, ao menos, opuseram-se à sua resolução. Esta oposição resultou finalmente na mudança da sede do Império de Roma para Bizânico, uma velha cidade reedificada, que logo depois teve o nome mudado para Constantinopla, em honra a Constantino. Como resultado surgiram duas capitais para o Império Romano: Roma e Constantinopla. Essas duas cidades, rivais por vários séculos, por fim se tomaram o centro da Igreja Católica dividida: Romana e Grega.
Constantino fez cessar a perseguição aos cristãos em todo o império e gradualmente foi cumulando-os de favores. O imperador logo percebeu a clara divisão entre os cristãos. Percebera a importância de ser apoiado pela hierarquia de uma religião poderosa. Mas precisava que essa hierarquia fosse unânime em sua fidelidade ao Estado. Assim, embora pagão, presidiu concílios da Igreja e obrigou-a a unificar-se. Devido a essa atitude foi prontamente contrariado pelos anabatistas. Indignado, e aliando-se aos cristãos errados, baniu e perseguiu os fiéis que não concordaram com sua unificação das igrejas. Começaram as terríveis perseguições das seitas cristãs oficiais - protegidas pelo imperador - contra as não oficiais, os anabatistas, que se mantiveram independentes do governo. Pela primeira vez na história, a partir do ano 313, encontramos a página mais triste da história das igrejas. Encontramos cristãos errados perseguindo os cristãos fiéis. Esta perseguição, além de visar o extermínio dos anabatistas, também foi a mais longa. Durou mais de mil e trezentos anos, vindo a terminar após a Reforma no século XVII.
Depois que Constantino se tornou o cabeça das igrejas desviadas da verdade, as mudanças doutrinárias nestas igrejas, foram se avolumando a cada ano que passava. A idéia de que o batismo poderia ajudar na regeneração da alma tinha larga aceitação por parte dos desviados que aceitaram o casamento com o poder temporal. A igreja que aceitou Constantino como seu cabeça, acreditando que o batismo era um agente ou meio de salvação, achava que quanto mais cedo fosse administrado o batismo, mais garantia poderia ter da salvação. Foi então que surgiu o “batismo infantil”. Por que esperar a idade adulta ou mesmo a velhice para ser batizado? “Ninguém sabe o que pode acontecer amanhã”, pensavam os simpatizantes da “nova igreja”. Antes disto "crentes" e "crentes" somente, eram considerados em condições de submeterem-se ao batismo.
"Aspersão" e "derramamento" eram formas até então desconhecidas. Vieram muito mais tarde. Por vários séculos os infantes eram, como os demais, imersos. A Igreja Ortodoxa Grega (que é um grande ramo da Igreja Católica) até hoje não mudou a forma original de batismo. Ela pratica o batismo infantil, mas nunca procedeu de outro modo que não o da imersão das crianças. (Nota. alguns historiadores da igreja põem o inicio do batismo infantil neste século, mas eu citarei um pequeno parágrafo das "Robinson's Ecclesiastical Researches" (Pesquisas Eclesiásticas de Robinson):
"Durante os primeiros três séculos as congregações espalhadas no oriente funcionaram em corpos independentes e separados, sem subvenção por parte do governo, e, conseqüentemente, sem qualquer poder secular da Igreja sobre o Estado ou vice-versa. Em todo esse tempo as igrejas batizavam e, segundo o testemunho os Pais dos primeiros 4 séculos, até Jerônimo (370, A. D.), na Grécia, Síria e África, é mencionado um grande número de batismos de adultos, sem a apresentação de ao menos um batismo de criança, até o ano 370 A. D." (Compêndio de História Batista por Shackelford, p. 43; Vedder p. 50; Chrishan p. 31; Orchard p. 50, etc.).
A hierarquia organizada sob a liderança de Constantino, rapidamente se concretizou naquilo que agora conhecemos como Igreja Católica. E a novel igreja se associou ao governo temporal, não mais para ser simplesmente a entidade executiva das leis completas do Novo Testamento, mas começou a ser legislativa, começando a emendar e anular leis primitivas, bem como a criar regras completamente estranhas à letra e ao espírito do Novo Testamento.
Uma das primeira ações legislativas da Igreja, e uma das mais subversivas quanto aos resultados foi o estabelecimento, por lei, do batismo infantil. Em virtude desta lei o batismo infantil tornou-se compulsório. Isto ocorreu em cerca de 416 A. D. Ele já existia, em casos esparsos, provavelmente, um século antes desde decreto. Mas, com a efetivação por lei desta prática dois princípios do Novo Testamento foram naturalmente abordados: - o do "batismo dos crentes" e o da "obediência voluntária ao batismo".
Como conseqüência inevitável desta nova doutrina e lei, ,as igrejas desviadas foram rapidamente se enchendo de membros inconversos. E de fato não se passaram muitos anos até que a maioria, provavelmente, de seus membros fosse composta de pessoas não regeneradas. Assim os grandes interesses espirituais do Reino de Deus caíram nas mãos de um incrédulo poder temporal. Que se poderia esperar então?
Em 426 A.D., justamente 10 anos depois do estabelecimento legal do batismo infantil, foi iniciado o tremendo período que conhecemos como "Idade das Trevos" (Idade Média, not. Do trad.). Que período! Quão tremendo e sanguinolento o foi! A partir de então, por mais uma dezena de séculos o rasto do cristianismo do Novo Testamento foi grandemente regado pelo sangue dos cristãos. Milhões de crentes perderam suas vidas, pagando o preço da fidelidade ao Senhor Jesus Cristo. Preferiram morrer do que negar o nome do Senhor que os resgatou pela cruz do Calvário. Nossos antepassados sofreram as mais variadas e terríveis perseguições por parte dos que se uniram ao poder temporal. Creio que nem Constantino tinha a idéia do resultado da união do seu império com os chamados cristãos.
Foi ainda no alvorecer da "Idade das Trevas" que o Papismo tomou corpo definitivo. Seu inicio data de Leão II de 440 a 461 A.D. Este título, semelhantemente ao nome dado à Igreja Católica, tinha possibilidade de um amplo desenvolvimento. O nome aparece aplicado primeiramente, para designar o bispo de Roma, 296-404 A.D. mas foi formalmente adotado pela primeira vez por Cirilo, bispo de Roma 384-398. Mais tarde foi adotado oficialmente por Leão II, 440-461. Sua universalidade foi reclamada em 707.
Alguns séculos mais tarde foi declarado por Gregório VII, ser o titulo exclusivo do Papado. Por falta de espaço, infelizmente, não poderemos descrever neste pequeno estudo todas as mudanças que houve no decorrer dos séculos no seio da Igreja Católica. Mas vamos dar uma súmula dos mais significativos eventos ocorridos nos primeiros cinco séculos:

A Reforma Calvinista

O triunfo da Reforma religiosa na Alemanha serviu de exemplo para outros países lutarem contra a igreja. Na Suíça por exemplo, Ulfrico Zuinglio , influenciado pelos ensinamentos luteranos, deu inicio a um movimento reformista, cujas principais características eram:Justificação pela fé; rejeição ao Celibato Clerical; combate à veneração de imagens e negação do valor das relíquias e do poder do papa. O reformador obteu êxito relativo na parte norte daquele país, como os cantões do sul permanecessem católicos, seguiu-se uma guerra religiosa, na qual Zuinglio foi morto.

Sua obra foi continuada por um francês, João Calvino, q eu, perseguido em seu país, fugiu para a Suíça, onde divulgou sua doutrina, compilada na obra !Instituição da Religião Cristã”.


A doutrina calvinista teve grande aceitação entre os membros da camada burguesa, pois se preocupava com aspectos de seu interesse, como a valorização do trabalho e da riqueza, que conquistada por meio do trabalho eram desejáveis por Deus.


Calvino afirmou que: “o trabalhador é o que mais se assemelha a Deus (...) Um homem que não quer trabalhar não deve comer (...)O pobre é suspeito de preguiça, o que constitui uma injúria a Deus”.


O triunfo definitivo da doutrina calvinista ocorreu quando o reformador assumiu o governo de Genebra, onde estabeleceu uma rígida ditadura, que, por alguns anos, controlou através do consistório (assembléia que governava a igreja calvinista) a vida dos habitantes da cidade e todas as suas atividades sociais.


O Calvinismo caracterizou-se também por suas severas normas de vida e por numerosas proibições impostas aos seus seguidores. Aos fiéis eram vedados os jogos, asa danças, as festas, as comemorações católicas (como a páscoa e o natal), o uso de adornos, a adoção de nomes que não fossem bíblicos, as festas familiares com mais de 20 pessoas, as criticas ao governo. Quem não respeitava essas exigências era severamente punido, inclusive com a morte por enforcamento ou queimado vivo.


A reforma Calvinista teve aceitação entre vários países. Na França e nos Países Baixos eram chamados de Huguenotes, na Inglaterra, de Puritanos, e na Escócia, de Presbíteros.


Devem ser destacadas as diferenças entre as reformas Calvinista e Luterana:


· Lutero fez uma reforma favorável à aristocracia, Calvino à burguesia;


· Para Lutero, a igreja era subordinada ao Estado; Calvino defendia uma Igreja independente;


· Lutero permitia o livre exame da bíblia; Calvino pregava o dogmatismo religioso;


· Lutero: justificação pela fé; Calvino: crença na predestinação.



















Equipe: Laísa, Andressa, Elaine, Maiara, Marleide, Danilo e Keila.

"ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO 2º "A""

segunda-feira, 22 de março de 2010

A História da Igreja Luterana

A 10 de novembro de 1483, na cidade de Eisleben, na Alemanha, nasceu Martinho Lutero, um jovem que, contrariando a vontade dos pais, decidiu tornar-se monge. No mosteiro, Lutero vivia em angústias e desespero por dúvidas que tinha sobre seus méritos espirituais. Quanto mais se penitenciava, tanto mais cresciam suas dúvidas e incertezas. Não possuía, por isso, paz de alma e via Deus como um severo juiz pronto a castigar os pecadores.
Lutero tornou-se Doutor em Teologia e passou a lecionar na Universidade de Wittenberg. Sendo um dos privilegiados a ter acesso a uma Bíblia, Lutero desenvolveu nova visão teológica lendo as palavras de Romanos 1.17: "O justo viverá por fé". Segundo sua interpretação, dizia que o perdão e a vida eterna não são conquistados por nós mediante boas obras, mas nos são dados gratuitamente por meio da fé em Jesus Cristo, O Filho de Deus, que morreu e ressuscitou para perdão de toda a humanidade.
Em 1517, na Alemanha, o professor e monge Martinho Lutero fixou à porta da Catedral de Wittenberg 95 teses criticando a atuação do Papa e do alto clero. Elas se propagaram rapidamente, mesmo com a intervenção da Igreja. Lutero foi apoiado por parte da população e pela nobreza que, desejosa de conquistar novas terras sob domínio de Roma (na região da atual Alemanha), o protegeram da perseguição do papa, poupando-o da fogueira, mas não da excomunhão.
Alguns exemplos dessas teses:
Tese 27: Pregam a doutrina humana os que dizem que, tão logo seja ouvido o tilintar da moeda lançada na caixa, a alma sairá voando.
Tese 32: Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de cartas de indulgência.
Tese 86: Por que o papa, cuja fortuna é hoje maior que a dos mais ricos crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos a Basílica de São Pedro, em vez de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
Lutero, então, passou a participar de vários debates teológicos com autoridades civis e eclesiásticas que tentavam fazê-lo abrir mão de suas idéias e retratar-se de críticas à Igreja e ao Papa. Em 1520, Lutero foi excomungado pelo Papa e, no mesmo ano, queimou a Bula de Excomunhão em praça pública, rompendo assim com a Igreja Católica da época. Em 1530, surgiu a Confissão de Augsburgo que foi escrita por Lutero e Melanchthon, um fiel companheiro seu. Este documento trazia um resumo dos ensinos luteranos.
Uma das principais preocupações de [[Martinho Lutero,era que todas as pessoas pudessem ler o livro no qual os ensinamentos católicos estariam escritos e assim poderem tirar suas próprias conclusões. Por isto Martin Lutero traduziu a Bíblia para o Alemão para que todos pudessem lê-la em sua própria língua. Alguns anos mais tarde, a bíblia foi traduzida para o Inglês, Francês e Espanhol as pessoas passaram a ler a Bíblia e terem suas próprias conclusões. Aos poucos a Igreja Católica foi perdendo poder e influência. Depois de Lutero a Igreja Católica nunca mais conseguiu exercer o forte domínio sobre a Europa como tinha antes da Reforma Protestante.
Pouco a pouco, o ideal de reforma da Igreja Católica que Lutero possuía foi sendo sufocado e o Reformador viu-se obrigado, juntamente com seus seguidores, a formar um grupo separado de cristãos que queriam permanecer fiéis às suas idéias. Surgia assim a Igreja Luterana.
Os seguintes documentos formam as Confissões Luteranas:
- Catecismo Menor (1529), um resumo das principais verdades bíblicas, escritas para o povo.
- O Catecismo Maior (1529), as mesmas verdades detalhada-mente explicadas para adultos.
- A Confissão de Augsburgo (1530), a principal confissão luterana.
- A Apologia (1531), uma defesa da Confissão de Augsburgo.
- Os Artigos de Esmalcalde (1537) reafirmam os ensinos da Confissão de Augsburgo e expõem, com mais profundidade, a doutrina da Santa Ceia.
- A Fórmula de Concórdia (1577), que define o pecado original, a impossibilidade de o homem salvar-se por suas próprias força e a pessoa e obra de Cristo.
As Confissões foram reunidas no Livro de Concórdia, em 1580, que é aceito hoje por muitas igrejas luteranas no mundo. Essas igrejas afirmam: " Aceitamos todos os livros canônicos das Escrituras Sagradas do Antigo e Novo Testamentos, como palavra infalível de Deus e, como exposição correta da Escritura Sagrada, aceitamos os livros simbólicos reunidos no Livro de Concórdia." A Escritura ou Bíblia Sagrada é a única norma na igreja para doutrina e praxe.
As confissões Luteranas
A doutrina Luterana está baseada inteiramente na Bíblia editada como exposição correta das Santas Escrituras nos livros confessionais Luteranos do século XVI, que são:
* Confissão de Augsburg: 1530, a Mágna Carta da Igreja Luterana.
* Apologia: 1531, uma defesa da Confissão de Augsburgo.
* Catecismos Maior e Menor: 1529, as principais doutrinas da fé exposta de maneira simples e concreta.
* Artigos de Esmacalda: 1537, por Martinho Lutero.
* Fórmula de Concórdia: 1577, A confissão que sintetisa várias correntes teológicas dos primórdios do luteranismo.
Todas estas confissões juntamente com os três símbolos da fé: Apostólico, Niceno e Atanasiano foram reunidas em 1580 no Livro de Concórdia que é a coletânea de documentos confessionais da Igreja Luterana.
Os luteranos no Brasil
No ano de 1532 chegou ao Brasil o primeiro luterano, Heliodoro Heoboano, filho de um amigo de Lutero, que aportou em São Vicente.
As primeiras comunidades inteiras de Luteranos começaram a desembarcar no Brasil apartir de 1824 principalmente em Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, dessas comunidades surgiram vários sínodos luteranos que foram se aglutinando e hoje formam, especialmente duas igrejas: Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil e a Igreja Evangélica Luterana do Brasil.
O número total de luteranos no Brasil, atualmente, é de aproximadamente 1,067 milhão.

EQUIPE: Caroline, Jonathan, Nubia, Aurilei, Marcia

"ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO 2º "A""




domingo, 21 de março de 2010

REFORMAS RELIGIOSAS

ORIGEM DA IGREJA CATOLICA

A igreja católica foi fundada em Roma por Pedro e Paulo de Tarcio, eles começaram a pregar para os pobres, e a igreja católica tornou uma instituição para os necessitados, com o tempo a igreja foi crescendo, tendo muito dinheiro, terras e poder até sobre os reis, por isso Nero mandou queimar a igreja católica colocando a culpa nos católicos, mas como a igreja tinha muito poder, o jeito era aliar-se a ela, como fez Constantino. Primeiro imperador a aceitar a igreja católica e colocar o papa como representante e autoridade máxima.
A unidade da igreja católica desintegrou-se em função do surgimento de novas religiões, chamadas protestantes, atualmente conhecidas como evangélicas.
Ao longo da Baixa idade Média a Igreja católica foi perdendo a confiança de boa parte de seus fieis, isso se deu por causa do comportamento nada exemplar por parte do clero como a venda de relíquias sagradas de origens duvidosas, a interferência do papa em questões políticas, a corrupção do alto clero, a venda de cargos eclesiásticos e a venda de indulgencia que é o perdão dos pecados mediantes pagamento em dinheiro, oposição de certos comerciantes por a igreja católica condenar o lucro e a usura; tribunal de inquisição e a punição de pessoas consideradas hereges, com isso muitos reis passaram a encarar a igreja católica, que se julgava universal, como uma instituição estrangeira e dentro do próprio clero começaram a surgir discordâncias em relação á igreja católica, entre os religiosos que passaram a questionar as diretrizes da igreja, destacou-se Martinho Lutero que iniciou a reforma luterana contra a igreja católica, e outras doutrinas como Calvinismo e Anglicanismo.
Apesar da luta de católicos e protestantes para impor-se uns aos outros, o cristianismo estava irremediavelmente dividido em diferentes igrejas que existem até hoje.


EQUIPE: Rosemar, Marluce, Marilene, Carla, Patrícia, Pedro Henrrique, Eliel
ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO 2 ANO “B”

sábado, 20 de março de 2010

O LUTERANISMO


Em 1517, Martinho Lutero monge agostiniano alemão, rompeu com a igreja católica. O motivo foi a publicação de 95 teses que condenavam energicamente a venda de indulgencias.
O papa Leão X indignado com tamanha audácia excomungou-o. O resultado foi o apoio dos príncipes alemães a Lutero, que se refugiou juntos a eles.
Nascia uma religião preocupada com a livre interpretação da Bíblia, único livro sagrado que devia der acessível a todos, por isso sua tradução para o alemão.
Para Lutero só a fé seria capaz de levar alguém ara a salvação de sua alma. E algumas proibições na sua religião foram:

• O culto dos santos e a Virgem Maria foram abolidos.
• O reconhecimento de apenas sacramentos: o batismo e a eucaristia. Na eucaristia, Lutero negava a transubstanciação (mudança do pão e do vinho em carne e sangue de Cristo), que foi substituída pela consubstanciação (presença de Jesus no pão e no vinho).
Em 1524 eclodiu uma revolução de camponeses que exigia a participação e redução das obrigações feudais.
E Lutero apoiou os principais e nobres em um panfleto “Contra as hordas ladras e assassinos dos Camponeses” ele dizia.
(...) A revolta inunda um país de crimes e de sangue, produz viúvas, órgãos e destrói tudo com a mais terrível das calamidades. Por isso aquele a quem seja possível deve abater, estrangular, matar a pauladas em publico ou privado como se tem que matar a pauladas um cão raivoso.

Equipe: Eliana, Elenide, Érica, Fabíola, Mariele, Ricardo e Anele.

ESTE TEXTO FOI POSTADO PELOS OS ALUNOS DO 2º ANO "B"